sábado, 30 de maio de 2015

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Resenha: Mad Max: Estrada da Fúria

Título Original: Mad Max: Fury Road 

Título Nacional: Mad Max: Estrada da Fúria 

Direção: George Miller 

Gênero: Ação, aventura e ficção científica 

Duração: 2h 

Distribuidora: Warner Bros. 

Estreia: 14 de maio de 2015








No começo do filme eu não consegui entender qual era o seu objetivo e porque tudo aquilo estava acontecendo. Só vi carros (aqui chamados de máquinas) correndo. Um caminhão era onde estavam as pessoas perseguidas. O resto eram os perseguidores. E então eu percebi: o filme não passava disso. É só isso que Mad Max: Estrada da Fúria apresenta. Uma corrida de carros com pessoas ferozes, matando umas às outras em busca da sobrevivência.

A comparação pode ser exagerada, mas em vários momentos me lembrei do desenho animado de Hot Wheels. Mad Max parece ser uma versão mais sanguenta, séria e sombria do desenho.

Vi muitas pessoas reclamando de Vingadores: Era de Ultron por ele ser um filme pipoca, que só se preocupa com explosões, grandes efeitos especiais e não tem história. Mas Mad Max é pior do que isso, muito pior. Nele sim só existe a preocupação com explosões e efeitos especiais. História? Nenhuma. Motivos para tudo aquilo acontecer? Nenhum.

Mad Max sim é um filme pipoca. Vingadores: Era de Ultron pode falhar e dever em várias explicações e no desenvolvimento de Ultron, mas, pelo menos, apresenta uma história que possamos acompanhar, enquanto Mad Max não. O incrível é que as pessoas criticaram Vingadores: Era de Ultron por isso, mas Mad Max não. Muito pelo contrário, elas adoraram o filme.

Eu não gostei. O filme é horrível, não tem nada que te prende a continuar assistindo. Você não sente a emoção dos personagens porque não sabe exatamente o que está se passando com eles e porque eles estão fazendo aquilo.

Nota: