segunda-feira, 5 de outubro de 2015

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Resenha: Convergência (DC Comics)


Convergência é uma saga da DC Comics que antecede um novo reboot. A ideia é colocar os heróis de vários universos para lutarem entre si, para que os heróis vencedores sejam “os escolhidos” para continuar vivendo. Falando assim, você imagina os heróis que conhecemos protagonizando a saga, mas não é bem isso o que acontece. O que vemos, na realidade, são os mesmos heróis, mas de outros universos. Em momento nenhum vemos os heróis do universo que estamos acostumados a ver.

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Mesmo com outras versões dos heróis que conhecemos (na maioria das vezes eles são diferentes ou fisicamente ou filosoficamente), algumas histórias chegam a ser boas. Outras, entretanto, são chatas. Não só os títulos individuais dos heróis, que são em duas edições, são de realidades alternativas, como as revistas do título “Convergência”, que são em oito edições, também são. Definitivamente não é o que eu esperava.

Se você nunca leu quadrinhos e está pensando em começar agora, deve estar se perguntando se é uma boa ideia começar pela saga Convergência. A resposta é não. Não porque ele não traz nenhuma história dos personagens que conhecemos, e sim de outras versões dos heróis, de outros universos. Então se você nunca leu quadrinhos, você não conhece os personagens a fundo, e só irá se complicar ao ler a saga. A minha dica é que você comece pela edição 1 do personagem que você quer ler dos Novos 52, que foi o reboot de 2011. Eles não começam com a história de origem (ela só é contada depois), mas é lá que os personagens são apresentados sem que você precise de conhecimento anterior.

Caso você não queria começar da edição 1 dos Novos 52, você pode começar a partir edição 41, que na maioria dos títulos é onde começa o novo reboot, chamado de “DC You”. Alguns títulos não chegaram ao número 41 no momento do reboot, mas têm menos edições, e nesse caso, o recomendado é ler tudo.

E se você já estava lendo os quadrinhos dos Novos 52, pode continuar direito, da edição 40 para a 41 em diante, sem precisar ler a saga Convergência. Ela não é uma leitura obrigatória para começar ou entender o reboot que começa a partir da edição 41. Você verá mudanças em alguns personagens, mas Convergência não vai explicar nada.

Nota: