quarta-feira, 24 de agosto de 2016

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Resenha: Avatar

Avatar - Pôster nacionalTítulo Original: Avatar

Título Nacional: Avatar

Direção: James Cameron

Gênero: Ficção científica, aventura, ação, fantasia

Duração: 2h42min

Estreia: 18 de dezembro de 2009

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A primeira metade de Avatar é só uma apresentação do mundo de Pandora e dos seres azuis que vivem nela, chamados de Na'Vi. Como Jake, o personagem principal, está aprendendo a viver nesse mundo, tudo é explicado a quem assiste, desde a forma de viver, até os costumes e crenças. Essa parte é inteiramente de ficção científica e mostra o lado da base dos humanos, que estão estudando a vida desse mundo. É uma parte interessante, mas ao mesmo tempo meio chata. De certa forma o que lhe prende a continuar assistindo ao filme são os efeitos dos Na'Vi e de Pandora.

Só depois de quase duas horas de filme é que começa a guerra, que é onde começa a aventura e a ação. Essa que é a parte boa. O filme é longo porque perde muito tempo na parte da ficção científica e explicando o motivo da missão. É importante sabermos disso, mas será que essa parte não poderia ter sido feita de forma mais resumida?

Os efeitos são ótimos, e Pandora é feita de forma muito realista, mas quando tem cenas em que elementos mais reais (como os humanos e suas naves) chegam em Pandora, dá para perceber a diferença entre o que é real e o que é computadorizado. Os humanos e Na'Vi não combinam juntos. É nessas horas que percebemos que os efeitos são ótimos quando estão sozinhos, mas quando se misturam ao real ficam artificiais. É diferente do que vemos em filmes como Alvin e os Esquilos, As Aventuras de Paddington e outros parecidos com eles, porque a parte computadorizada é feita só com esses personagens, enquanto aqui em Avatar Pandora é todo computadorizado, e quando um humano está nele soa muito artificial.

Senti que os rituais, e até mesmo a língua, não parecem ter sido totalmente criados especialmente para o filme. Você percebe que os rituais são reais demais, e que provavelmente o diretor James Cameron pegou inspiração de algum lugar e de alguma religião. Aposto que seja de alguma religião asiática, ou mais provavelmente, africana.

Mas o filme é bom. A segunda metade, que é a parte que tem aventura e ação, vale pelo filme todo.

Nota: